A taxa chama atenção, mas o CET conta a história inteira
Quando alguém recebe uma proposta de crédito, a primeira reação quase sempre é olhar a taxa. Isso é natural, mas leva a uma comparação incompleta. Duas propostas com taxas parecidas podem ter custos finais bem diferentes por causa de prazo, seguros, tarifas, impostos, registros e valor líquido liberado.
O Banco Central define o CET como uma taxa que consolida encargos e despesas da operação. Em português direto: é o número que ajuda a enxergar quanto o crédito custa de verdade.
Por que comparar faz diferença
O Brasil tem linhas de crédito muito caras. Em maio de 2026, a série SGS 22022 do Banco Central registrou taxa média de 439,87% ao ano para o rotativo do cartão de crédito. Na série 25464, o crédito pessoal não consignado apareceu em 6,81% ao mês.
Esses números não servem para prometer taxa. Servem para mostrar por que trocar dívida cara por uma operação bem estruturada pode fazer diferença quando o caso permite.
O que entra na conta
Como decidir melhor
Uma boa proposta precisa responder quatro perguntas: quanto entra no caixa, quanto sai por mês, quanto custa no final e qual bem entra como garantia. Se uma dessas respostas não estiver clara, a comparação ainda não está pronta.
Por isso a Desafoga organiza as informações antes de apresentar caminho. A decisão precisa ser simples de entender, mesmo quando a operação é grande.
Quer entender o seu cenário?
Conte o objetivo, o bem que entra na operação e o valor desejado. A partir disso, a Desafoga analisa o cenário e orienta os próximos passos.